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resumo:
Este artigo discute alguns aspectos acerca dos impasses subjetivos que
definem as condições em que as crianças vivem e se constituem
subjetivamente; seu desafio constitutivo é encontrar frente a estes,
uma saída, uma posição, que as definirá enquanto sujeito. A partir
desse ponto de vista, pretende-se discutir o “autismo” enquanto
uma possível posição frente aos impasses que atravessam a dimensão
existencial de uma criança. Para tal, um recorte clínico.
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