(...) 0 contrato analítico estabelece que
o analisante paga para ser escutado, paga pela posição
do analista. A associação livre, regra fundamental
da psicanálise, é o esforço do sujeito de
falar (o uso singular de uma língua), tentando alterar
a tendência do sistema pré-consciente-consciente
que é a identidade de pensamento, tendência esta
de reduzir o pensamento a proposições mínimas
já conhecidas à mesmice (...)
(
) Analisante e analista presas do universo simbólico
da linguagem. Um associa livremente, o outro, a partir da sua
escuta e com suas intervenções, tem a responsabilidade
da conduçao da análise. O desejo do analista é
levar a análise até o fim, construção
do fantasma original que comanda a vida do sujjeito. Ponto no
qual o analista é destituido do seu lugar. (
)
(
) Outra possível intervenção é
o corte da sessão, aqui estamos apelando à proposta
de Lacan de trabalhar com o tempo lógico (instante de ver,
tempo para compreender e momento de concluir): entre a abertura
e o fechamento do inconsciente se desenvolve um processo que culmina
com o juizo sobre o sujeito. (
)
(
) Significantes privilegiados, edipianos ( nó de
relações das fantasias de sedução,
castração e cena primária) e pulsionais (S'
S'')
que expressarão toda a história de fracassos. Se
Freud define a memória como inconsciente, podemos dizer
que aquilo que lembramos, por exemplo, da nossa infância
é um passado simbolizado, articulado em palávras
e na análise poderemos simbolizar esse passado real inconsciente.
(
)
quer
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